A bandeira tarifária deve ceder do primeiro patamar da cor vermelha para a cor amarela em janeiro e permanecer nessa faixa ao longo do verão, de acordo com estimativas do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Segundo o diretor-geral do órgão, Luiz Eduardo Barata, as condições hidrológicas e de operação do sistema interligado nacional (SIN) melhoraram de outubro, o momento mais crítico, até o fim do ano.

Segundo Barata, o regime de chuvas no fim de ano melhorou, alcançando 95% da média histórica para dezembro no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável por quase 80% da capacidade de armazenamento de água para geração de energia. No fim do período chuvoso, em abril, o nível dos reservatórios hidrelétricos do subsistema devem alcançar entre 40% e 51%, dependendo do volume de chuvas durante o verão.

A melhora do regime de chuvas e o aumento da produção de energia de hidrelétricas como as do rio Madeira (RO) e de Belo Monte (PA) levaram os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste a chegar ao fim do período seco, em novembro, com 18,5% de armazenamento, contra a previsão de apenas 13%.

Além dos cerca de 6 mil megawatts (MW) gerados pelas usinas do Madeira, Belo Monte deve ampliar sua contribuição no verão, atingindo 4 mil MW em janeiro e 5 mil MW em maio. “Isso [a melhora das previsões para o verão] se deve às chuvas e à entrada dessas usinas que no período chuvoso são excepcionais”, afirmou Barata. Segundo ele, até outubro, o sistema elétrico “vinha enfrentando recessão climática”. Agora, explicou, “já caminhamos não para a normalidade, mas para uma recuperação”.

O diretor-geral do ONS explicou ainda que não há perspectiva de acionamento de termelétricas de custo operacional mais elevado, fora da ordem de mérito, ou seja, quando o sinal econômico de operação do sistema não indica a necessidade de despacho dessas usinas. Segundo ele, não há risco de o país enfrentar problema de abastecimento de energia em 2018, mesmo se houver crescimento expressivo da economia.

 

Segundo Barata, o regime de chuvas no fim de ano melhorou, alcançando 95% da média histórica para dezembro no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável por quase 80% da capacidade de armazenamento de água para geração de energia. No fim do período chuvoso, em abril, o nível dos reservatórios hidrelétricos do subsistema devem alcançar entre 40% e 51%, dependendo do volume de chuvas durante o verão.

A melhora do regime de chuvas e o aumento da produção de energia de hidrelétricas como as do rio Madeira (RO) e de Belo Monte (PA) levaram os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste a chegar ao fim do período seco, em novembro, com 18,5% de armazenamento, contra a previsão de apenas 13%.

Além dos cerca de 6 mil megawatts (MW) gerados pelas usinas do Madeira, Belo Monte deve ampliar sua contribuição no verão, atingindo 4 mil MW em janeiro e 5 mil MW em maio. “Isso [a melhora das previsões para o verão] se deve às chuvas e à entrada dessas usinas que no período chuvoso são excepcionais”, afirmou Barata. Segundo ele, até outubro, o sistema elétrico “vinha enfrentando recessão climática”. Agora, explicou, “já caminhamos não para a normalidade, mas para uma recuperação”.

O diretor-geral do ONS explicou ainda que não há perspectiva de acionamento de termelétricas de custo operacional mais elevado, fora da ordem de mérito, ou seja, quando o sinal econômico de operação do sistema não indica a necessidade de despacho dessas usinas. Segundo ele, não há risco de o país enfrentar problema de abastecimento de energia em 2018, mesmo se houver crescimento expressivo da economia.

Fonte;Força sindical